Serpe das Ruínas
Besta, Grande e Neutro ◆ Desertos e Subterrâneos
Oculta entre pedras antigas, ataca de surpresa e deixa suas vítimas enfraquecidas pelo veneno.
Dado de Vida | Pontos de Vida
Classe de Armadura
Jogada de Proteção
Moral
- 1 × Mordida +5 (1d8+2 + Veneno)
Descrição inicial
A Serpe das Ruínas é um grande réptil predador encontrado entre construções abandonadas, templos soterrados e paredões aquecidos pelo sol.
Seu corpo é longo, musculoso e coberto por escamas secas em tons de areia, cobre e pedra queimada. Próximo à cabeça existem duas membranas laterais sustentadas por hastes ósseas. Elas são abertas para dissipar calor, ameaçar rivais e confundir presas.
A cabeça é estreita, protegida por pequenas placas rígidas. Os olhos possuem pupilas verticais, e a mandíbula se abre o suficiente para engolir animais de porte médio.
Durante o dia, a Serpe permanece imóvel entre colunas quebradas, telhados caídos e montes de cerâmica. Sua coloração a torna difícil de distinguir da pedra ao redor. Ao entardecer e durante a noite, percorre as ruínas em busca de alimento.
Ela caça pequenos animais, viajantes isolados e aventureiros que procuram abrigo nas sombras das construções antigas. Não defende tesouros ou tumbas; apenas utiliza esses locais porque oferecem calor, esconderijos e presas frequentes.
De combate
A Serpe das Ruínas ataca por emboscada. Permanece imóvel até que uma criatura se aproxime e então desfere um bote rápido, procurando envenenar a vítima antes de recuar.
Camuflagem das Ruínas
Quando está entre pedra, entulho ou construções antigas, a Serpe surpreende seus inimigos em um resultado de 1–4 em 1d6.
Bote Repentino
Se iniciar a rodada escondida e estiver a até 6 metros do alvo, seu primeiro ataque é considerado Fácil.
Se acertar, causa mais 1d6 pontos de dano além do dano normal da mordida.
Veneno Secante
Uma criatura mordida deve ser bem-sucedida em uma JPC.
Em caso de falha, sofre 1d6 pontos de dano adicional, tem seu movimento reduzido pela metade e realiza ataques e testes físicos como Difíceis durante 1d4 rodadas.
Membranas Ameaçadoras
Uma vez por combate, a Serpe pode abrir suas membranas e emitir um silvo grave.
Criaturas com até 2 DV que estiverem a até 9 metros devem ser bem-sucedidas em uma JPS ou fogem por 1d4 rodadas.
A Serpe das Ruínas foi pensada para o cenário autoral do autor como um predador das terras áridas e um inimigo associado à exploração de ruínas.
Sua aparência é deliberadamente mais monstruosa do que a de um animal doméstico, mas suas capacidades continuam ligadas ao ambiente: camuflagem, regulação de calor, emboscada e veneno.
Ela funciona melhor quando sua presença é indicada antes do ataque. Peles abandonadas, pequenos ossos perfurados, marcas sinuosas na poeira e áreas estranhamente vazias dão aos personagens a oportunidade de perceber que algo caça naquele local.
Em jogo, a Serpe não precisa guardar uma história antiga ou servir a um culto. Sua presença simples transforma qualquer ruína em território ocupado e perigoso.